Planos de cargos e salários: confira 5 erros mais comuns

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Descubra os 5 erros mais comuns das empresas ao criar os planos de cargos e salários e saiba como acertar nesse planejamento! Confira!

Criar um plano de cargos e salários é uma tarefa essencial em uma empresa. Sem esse planejamento, pode ser mais difícil atrair os grandes talentos do mercado, já que eles não terão uma noção clara de progressão na carreira e de futuro na sua organização.

Os planos de cargos e salários permitem uma gestão melhor do recrutamento e dos recursos humanos, além de garantirem a equidade salarial para cargos com as mesmas responsabilidades. Portanto, são ferramentas estratégicas essenciais para sua empresa.

Ao mesmo tempo, esses planos são benéficos para os colaboradores, pois possibilita uma visão mais consolidada sobre os processos, funções de cada colega e de suas próprias demandas.

Na rotina da corporação, isso significa mais motivação no trabalho entre os profissionais e um nível mais alto de produtividade. Por isso, gestores devem enxergar os planos como uma estratégia importante para o funcionamento do negócio.

Para te ajudar nessa tarefa, selecionamos os 5 erros mais comuns na elaboração dos planos de cargos e salários. Desta forma, você poderá acertar na criação desse planejamento. Confira a seguir!

5 erros mais comuns em planos de cargos e salários

1. Criar cargos sem considerar as demandas

O objetivo do planejamento funcional é justamente dispor de uma hierarquia bem definida na empresa. Por isso, é fundamental considerar as demandas de cada cargo. Sem isso, o planejamento fica confuso, e os processos do negócio não funcionam.

Na hora de criar o plano para cada cargo, estabeleça funções claras, quais demandas serão esperadas do profissional e quais serão suas tarefas. Em seguida, recorra ao organograma para representar visualmente a estrutura e hierarquia da empresa.

2. Definir salário incompatível com exigência

Com os planos de cargos e salários, um dos objetivos é atrair os melhores talentos para a empresa. Então, a empresa precisa oferecer uma remuneração justa, em conformidade com o cargo e responsabilidades atribuídas a cada profissional.

Definir um salário incompatível com o mercado desmotiva os profissionais que já estão na empresa e impede que novos talentos se interessem por ela.  Consequentemente, a empresa gastará mais devido ao alto nível de rotatividade.

Então, antes de planejar cargos e remunerações, é crucial fazer uma avaliação da média salarial praticada no mercado.

3. Deixar de criar plano de carreira

Ignorar o fato de que os colaboradores podem estar esperando por uma promoção é uma atitude que desmotiva a equipe. É necessário, então, oferecer possibilidades de crescimento para os funcionários.

Assim, além da definição de cargos e salários, a empresa deve elaborar um plano de carreira para os funcionários. Isso permite ao profissional exercer uma caminhada de crescimento dentro da organização, por meio de uma progressão funcional.

Os principais benefícios do plano de carreira são a retenção de talentos e a atração de bons profissionais para a empresa. Pois, ajuda a manter os colaboradores engajados com o negócio e reduz as taxas de rotatividade, minimizando custos.

4. Ignorar custos das contratações

Outro erro comum dos gestores é desconsiderar o custo das contratações e o quanto será gasto com cada funcionário mensalmente. Sem esse mapeamento dos gastos, o fluxo de caixa da sua empresa não será positivo.

Por isso, antes de finalizar os planos de cargos e salários, é importante fazer uma análise sobre:

  • Quanto cada funcionará vai custar?
  • Quanto cada contratação deve trazer de retorno financeiro?
  • O retorno sobre investimento (ROI) apresentará bons resultados?

Esses indicadores servem como parâmetro para verificar se o planejamento está em conformidade com o orçamento da empresa.

5. Pensar apenas no curto prazo

Os planos de cargos e salários são instrumentos que geram resultados com o tempo. Nem sempre esse planejamento trará resultados imediatos.

Acreditar nisso é um engano que pode fazer com que o gestor desconsidere a importância dos planos. Por isso, é preciso ter paciência.

Além disso, planos de cargos e salários só funcionam se você pensa na expansão de sua empresa a longo prazo. Afinal, leva tempo até que os funcionários fiquem alinhados aos processos e cresçam dentro da empresa.

Como superar os desafios dos planos de carreiras e salários

Agora que você já conhece os erros mais comuns dos planos de cargos e salários, veja como o gestor e o setor de recursos humanos podem organizar um planejamento.

Tudo de forma a atrair grandes talentos do mercado, motivar os colaboradores da empresa e aumentar a produtividade no trabalho.

Conheça 5 ações para colocar em prática:

1. Mapeie os cargos da empresa

Antes de iniciar o planejamento, é preciso identificar todos as posições já existentes na organização.

Verifique características de cada cargo para ter maior embasamento ao elaborar os planos de carreiras e salários. Além disso, questionários e entrevistas com funcionários podem ser úteis.

2. Represente os cargos

Agora é hora de registrar todas as descobertas feitas na primeira etapa. Para isso, descreva atribuições, qualificações e exigências de cada função, não esquecendo de identificar a hierarquia entre os cargos.

Esse é o primeiro rascunho do seu organograma.

3. Avalie o retorno de investimento

Como você viu anteriormente, é preciso definir os custos de cada contratação. Nesse momento, analise o valor que cada função é capaz de entregar para a empresa.

Assim, você ganha uma noção das proporções salariais dentro da hierarquia.

4. Faça pesquisa de mercado

Você deve conhecer a realidade do mercado na área da sua organização. Por exemplo, qual o valor médio de salário e quais os benefícios oferecidos pelas empresas concorrentes para um profissional com tais demandas?

Com certeza, esse mapeamento dá ao gestor mais informações antes de definir os valores apropriados.

5. Defina uma política salarial

Definir uma política salaria é muito importante para dar consistência ao plano de salários. Nesse sentido, estipule critérios claros e sólidos sobre aumento salarial, previsão de reajustes e promoções.

Por exemplo, qualificação, desempenho e tempo na empresa são alguns dos preceitos que podem ser utilizados. A partir dessas ações, você já pode criar o organograma de sua empresa.

O organograma representa, de maneira visual, a estrutura organizacional do negócio. Assim, os níveis hierárquicos ficam expostos de maneira clara a todos os colaboradores.

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