6 regras que você não pode ignorar em UX design

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UX design é uma área que ganha importância cada vez maior na realidade digital.

Em um mundo onde aplicativos e sites fazem parte do dia a dia de bilhões de pessoas, a experiência do usuário é um dos principais fatores que determinam o sucesso ou fracasso do produto.

Nesse cenário, o profissional de UX design precisa ficar ligado nas principais tendências sem descuidar dos pilares que sustentam a experiência dos usuários.

Você sabe quais são os princípios básicos para ser um bom profissional nessa carreira e quais são as regras que você não pode ignorar no design?

É o que vamos descobrir em seguida.

UX design em produtos digitais

A área de UX design se baseia em três pilares: utilidade, facilidade de uso e prazer.

A partir delas, o designer cria um mapa por onde o usuário vai navegar e depois investiga quais são os principais problemas de rota e como redirecioná-la para que a jornada se torne mais eficiente.

Em produtos digitais, o UX designer tem total condição de não apenas criar a experiência ideal, mas também de remodelá-la sempre que houver necessidade.

Com esse objetivo, faz simulações de reações diante de certos cenários, testes A/B e diagnósticos de acordo com os resultados.

Além da estrutura de uso do produto digital, o designer fornece elementos para que o usuário crie uma relação duradoura com o produto.

Na era digital, o usuário satisfeito não é aquele que usa o site ou software uma vez, mas aquele que retorna e que faz desse uso um hábito.

Então, o que ele espera ao adquirir ou conhecer o seu produto/serviço? Como superar as expectativas e entregar uma experiência ainda melhor do que ele imaginava?

Com essa perspectiva, você pode trabalhar estratégias para atrair e manter usuários. Afinal, você não quer apenas um visitante no site da empresa, mas um cliente que volte sempre e recomende o serviço para outros amigos, parentes e contatos em redes sociais.

Para isso, é preciso entender padrões de comportamento, tecnologias de navegação, além da compreensão das emoções do cliente, o que requer estudo e planejamento.

Assim, entre as preocupações de um UX designer, estão:

  • Conteúdo
  • Arquitetura de informação
  • Design visual
  • Feedback do usuário
  • Taxas de conversão
  • Interação entre usuário e dispositivo.

Mas como dominar cada um desses itens e dar um passo certeiro para se consolidar em uma carreira em UX design?

6 regras do UX design que você não pode ignorar

Descubra a seguir alguns dos pilares de sustentação do UX design. Leve estes pontos em consideração para alcançar os resultados que você deseja:

1.Conheça o seu público

Quem é o usuário que você está esperando atingir? O que pode intrigá-lo, conquistá-lo e que tipo de conteúdo ele costuma (e quer) consumir?

Entreviste pessoas, analise dados de mercado, compare o seu trabalho com o dos concorrentes, crie personas para focar seus esforços em produtos e tratamentos direcionados.

Quanto mais você souber sobre o seu público-alvo, mais fácil será oferecer um produto ou serviço com alto nível de aceitação e satisfação. A ideia é gerar uma experiência customizada.

2.Use a ciência e as pesquisas a seu favor

Pesquisas etnográficas, grupos de foco, enquetes, estudos de personalidade e dados de mercado são os seus guias para mirar no lugar certo, do jeito certo.

Use a ciência como apoio para alcançar um objetivo. Você tem uma situação X e precisa criar hipóteses variadas para resolvê-la. Sabendo disso, é possível testar cada variável até a perfeição.

Nessa linha, vale colocar o cliente em contato direto com a plataforma, ao vivo, e entender como ele se comporta.

Ao prestar atenção nessa experiência, você terá condições de confirmar o problema apontado pelo briefing e criar soluções para a jornada do usuário.

Para isso, além dos dados diretos, você deve utilizar a big data, que envolve um volume maior de dados e compreende todas as métricas que cercam o produto.

3.Entenda os diferentes momentos do dia do cliente

Entender os hábitos do seu público-alvo pode facilitar e melhorar bastante a relação entre vocês. Pense sempre no que pode ser inconveniente e evite.

Por exemplo: um aplicativo que emite notificações para o usuário em certos casos especiais. É possível avaliar diversos fatores antes de determinar o envio da notificação: o horário, a frequência e a reação costumeira daquele usuário (ou tipo de usuário).

4.Ofereça uma navegação atraente

O cliente precisa ser estimulado a continuar navegando na sua plataforma. Isto é: o site, aplicativo ou software tem que ser objetivo ao máximo, com funcionalidades interessantes e que incentivem a exploração.

Um conteúdo organizado e atraente é aquele que praticamente prende o usuário em uma experiência. Use setas, dicas pertinentes ao tema, convide o cliente a interagir e explorar outras áreas.

Para não errar, monitore a experiência com a plataforma para detectar comportamentos que você deseja evitar, situações em que a navegação não está adequada e como elevar os cliques que você deseja. Nessa análise, o uso de mapas de calor ajudam a identificar o percurso do usuário.

5.Evite adotar elementos desnecessários na navegação

Menos é mais, como diz o ditado. Uma experiência minimalista não quer dizer que o seu produto precisa ter apenas duas ou três abas para separar conteúdo.

Porém, tudo que está exposto na plataforma precisa fazer sentido e ter alguma utilidade para quem visita.

Lembre-se de que o objetivo é oferecer a melhor experiência para o usuário. Informações desnecessárias podem causar distração. Mantenha a consistência e a coerência

Um produto excelente é um produto que não confunde o cliente. Por isso, seja coerente na aplicação de seus conceitos e na escolha dos elementos de composição para a experiência.

Pense em fontes, cores, planos de fundo, ícones e apresentações objetivas, de forma que elas criem uma identidade e uma sensação de ambientação.

Se a sua homepage tiver uma configuração, tente aplicá-la com leves alterações em outros setores, para que o usuário não se perca e consiga se adaptar ao produto. Falta de consistência leva ao questionamento e às dúvidas, que por sua vez conduzem à frustração do usuário.

6.Ouça a opinião dos clientes

O feedback é crucial para o UX design. Afinal de contas, é assim que se sabe o que está indo bem e o que precisa ser afinado.

Ninguém melhor que o cliente para dar um parâmetro de como o seu produto ou site é visto e o que ele possui de mais chamativo, suas qualidades e defeitos.

Não esqueça também de conversar com pessoas que não são seus clientes diretos. Elas podem ter uma noção diferente do seu produto, trazer insights valiosos por um ângulo ainda não explorado e favorecer o desenvolvimento de uma interface que seja compreensível para todos os públicos.

UX design x UI design

Em um curto espaço de tempo os termos UX / UI design se tornaram muito conhecidos. Antes os profissionais da área atendiam por funções como “designer de produto”, “analista de usabilidade” ou “arquiteto de informação”.

Hoje, o designer atende por diferentes nomes e pode ser focado ema uma ou outra função.

UI design remete ao design de interface, responsável por desenhar a interface do produto. Já o UX design se relaciona diretamente à experiência do usuário.

Na prática, porém, a estrutura do design de produto varia de empresa para empresa.

Uma startup de conteúdo pode ter um único profissional de UX/UI design, por exemplo, enquanto uma multinacional de softwares pode contar com profissionais específicos para o UX e outros focados em UI.

O universo é o mesmo, e no centro dele está o usuário que deve ser conduzido na jornada do produto da maneira mais eficiente possível.

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